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DE PAI PARA FILHO

 
Claudair de Oxóssi

Disse o pai ao filho: Faltou alguma coisa... Alguma coisa? Sim alguma coisa...

Faltou a retratação e o agradecimento por tudo e por todos e do quanto ainda temos de aprender nesta vastidão de vida. Mas pai e o discernimento?  Há isto não posso dissertar, é difícil criar uma estória para falar da história, pode parecer, um conto... Um desvio talvez..., Quem sabe uma mistificação lá no cantinho, um malogro ou desencanto! Apenas posso lhe garantir filho meu tento ensinar tudo e com tudo  na paixão de um pai que ensina com gratidão.  È pai todos erramos então...Você porque foi bom demais e eu porque deixei a mazela e o ego falar e tomar conta de mim. Sabe pai tenho de desabafar, pois isto me sufoca: Menti pai, por várias vezes menti e você notou que menti, mas, guardou em silêncio, blasfemei contra você e até fui desafeto contra vossas entidades, que ouvi a voz da traição e não quis ouvir a tua voz, que achei em um momento que podia te consolidar com o meu chamado e na primeira reversão, baqueei e não sei porque desafiei seus ensinamentos, até maculei contra você na presença de meus irmãos e na sua ausência, há pai faltou alguma coisa sim... Faltou virtude, respeito, carinho e discernimento de minha parte, e onde posso consertar tudo isso pai?  Um exame de consciência filho, tanto para mim quanto para você, por mim para rever onde errei com meus filhos e com sabedoria procurar consertar. Sabe filho nunca deixei de acreditar em meus filhos, confiei as cegas em seus atos, no carinho, nas palavras, mas fui traído. Errei sim filho meu por ser um pai duro nas respostas ou até em meu comportamento, errei sim filho, sei que errei... E a ti filho faltou sim alguma coisa; lembrar que um filho um dia será pai espiritual e passará o mesmo que estou passando, que errará e serás cobrado pelo erro, que lembrará de todos os momentos em que seu pai ofereceu seu ombro, que quebrou as feitiçarias, os perigos que te cercavam não só a ti, mas a todos os que ter cercam, que te orientou nos caminhos a seguir, que pediu tanto em suas orações pelo bom trabalho de seu filho amado, que se sentou junto ao alimento para dividir com você, que ofereceu um pedacinho de sua vida compartilhando cada espaço com você, que chorou no silêncio compartilhando a sua dor e seus momentos tristes enquanto orava por ti diante da vela acesa, por essas e por outro filho meu é que faltou alguma coisa... Faltou muito, Falta muito, Faltou o amor, a caridade a humildade e o discernimento isto tudo faltou... Mas sabe filho nunca traí um filho meu, apenas errei. Mas aqueles que tenho como verdadeiros filhos esses sim não podem me trair, nem se abortar dos meus ensinamentos. Acho filho meu que agora não falta mais nada, mas sim refletir e reconhecer que o erro pode partir do pai, ou de um filho. Então o que posso fazer para concertar meu erro?...Apenas ame vosso pai, com fidelidade, com alegria em vosso coração, doando-se com força em tua fé, com fervor de luz, com respeito para com as entidades que tanto trabalharam e atenderam a todos os vossos pedidos, e ainda trabalham por você e a todos os seus sem ao menos titubear em seus atos ou cobrar-lhe qualquer valor material ou espiritual, e mesmo assim eu meu filho juntamente com minhas entidades espirituais nunca deixaremos de amá-lo e continuaremos abençoando-o por toda a eternidade. Então meus filhos não nos comparemos uns aos outros no erro mas, somente naquilo que de melhor produzirmos.  Obrigado Meu Deus, Obrigado pai Oxalá e Pai Oxósse, Obrigado Sr. Caboclo Tupinambá. Obrigado Sr. Exu Tiriri. Obrigado Pai Simeão, Obrigado enfim, a toda voz desses espíritos de luz por me ajudarem nesta longa caminhada, por terem atendido aos meus pedidos, muito, mas muito obrigado.

Orientado por Pai Thomaz.

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